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Faixa etária: a anos

Deborah Rosa

Currículo:

Biografia:

De uma família de artistas, avô materno compositor, pai seresteiro, mãe Artista Plástica e irmão guitarrista, Deborah Rosa tem como berço artístico a cidade Santa Maria. É cantora e interprete e reconhecida pelo seu talento em esfera regional.

Bacharel em Comunicação Social, Relações Públicas pela Universidade Federal de Santa Maria, desenvolveu atividades no cenário Cultural, junto a TV Campus/UFSM, a Associação dos Artista Plásticos, assessorou Músicos e foi Gerente de Marketing do primeiro Shopping de Santa Maria.

O tempo passou e lá se vão 20 anos do seu envolvimento com a música e projetos ligados a esse universo particular e cheio de sonoridades. As reuniões dos colegas da faculdade de comunicação, com as cantorias ainda tímidas, deram lugar aos primeiros desafios. Participou, com destaque, no show da Big Banda Hightime Blues 1998.

A convite do ator global Roberto Bomtempo, participou da Turnê Sul da Peça “Raul fora da Lei”, apresentada em Porto Alegre, no Festival Porto Alegre em Cena, no ano de 1999. Logo em seguida, participou de festivais como o Tápias, no Rio de Janeiro, e Festival Internacional de Sorocaba, no interior paulista, com a Cia de Dança Cidade de Santa Maria.

Participou do Musical Imembuy, alusivo aos 150 anos da cidade de Santa Maria, dirigido por Bebeto Badke, e de outros espetáculos  como Cheios de Bossa,  O Tempo Não para – Especial Cazuza  Santa Maria canta Elis, o que lhe rendeu um maior reconhecimento.

Em 2011, ela produz seu primeiro espetáculo piloto Deborah Rosa Encanta Maria Bethânia. Espetáculo de destaque em função da pesquisa musical, Direção de Arte e arranjos musicais que teve a participação da Associação CUICA – Grupo de Percussão.

Já na Capital do Estado, a cantora buscou novos públicos. O charmoso Teatro de Arena foi o escolhido para a estréia do Projeto Um passeio pela música brasileira onde mostrou a versatilidade e as influências que a acompanharam desde sempre.

Participou de gravações de diversos Cd´s de músicos locais e regional, de vários estilos como “Pylla Carbono 14” (Rock), “One More Drink, One More Night” – Banda Red House (Blues), “Quero Mais” – Rafael Prattes (Sertanejo), “Banda Tia Sú” (Blues Rock), “El Negro” (Rock) entre outros.

Em 2013,  com reedição em 2014, Claridade – Uma voz a Clara Nunes, foi além. Com direção de Ana Lucia Silva, uniu a religiosidade da cantora Mineira com as influências de Deborah Rosa num lindo espetáculo cheio de emoção e luz.

A veia tradicionalista lhe rendeu em 2012 o prêmio Melhor Intérprete Vocal Solista do RS, no maior Festival de Arte e Tradição – ENART. Em comemoração ao prêmio a cantora produziu seu primeiro espetáculo regional, Camafeu – O meu som do sul, com clássicos resgatados dos festivais gaúchos no Theatro Treze de Maio em 2013. Neste 2015 na Tafona da Canção Nativa recebeu o “Troféu Origens”, distinção aos destaques dos Festivais, oferecida pelo Programa Galpão Crioulo da RBS TV.

O ano de 2014, além dos projetos ligados a cultura gaúcha para crianças, a reedição do Claridade, a artista encara a estrada com força total. Na capital, o Centro Meme recebe o Projeto Na linha do Mar e a cantora para uma temporada no período da Copa do Mundo em Junho. E a Casa de Cultura Mário Quintana recebe Um passeio pela Música Brasileira no Teatro Carlos Carvalho. A serra gaúcha recebeu, em outubro, Na linha do Mar e Tributo a Elis, no conceituado Centro Cultural Ordovás. Para fechar o ano, o Palácio dos Festivais, em Gramado, na abertura do FESTURIS 2014 foi o palco para mais uma momento inesquecível na carreira da artista.

Em 2015 além de várias apresentações pelo estado, realizou os espetáculos “Divas do Rádio” que estreou no maio e “Deborah em Verde e Rosa” – Especial Alcione  em novembro de 2015 celebrando 20 anos de trabalho e envolvimento com a música.

2016 foi especial. Convidada para abrir o show da cantora Alcione na turnê Boletos em Santa Maria, levou seus projetos para o Café Fon Fon, “Musical Évora” no Teatro São Pedro e para a tradicional e concetuada Cia de Arte de Porto Alegre.

A sua busca pelo conhecimento, a pesquisa de ritmos e a forma mais adequada às suas interpretações, não cessa e está cada vez mais inclinada ao seu amadurecimento profissional.  Profissionalismo esse que já aplaudido em Porto Alegre, Passo Fundo, Caxias, Santiago, Pelotas, São Borja, Santa Cruz do Sul, São Paulo, Sorocaba, Rio de Janeiro, por quase todo o estado e cidades do Brasil, que a cada dia se adéqua aos novos desafios que a cantora se impõe.

PROJETOS

Deborah Rosa sobe até o Nordeste brasileiro para homenagear uma grande cantora brasileira com reconhecimento internacional. No show Deborah Rosa EnCanta Maria Bethânia, trouxe os encantos do mar, sons e imagens que permeiam o universo que evoca a musicalidade dessa grande intérprete brasileira.

Ficha técnica:

Músicos: 15 pessoas em cena

Arte: Cenário

Duas apresentações. (Estréia e Aldeia SESC Imembuy)

Local: Theatro Treze de maio

Público: 700 pessoas

Mídias: Abrangência local

 

Em 2011, Um passeio pela Música Brasileira com um repertório mais eclético, abrangendo a obra de mais de 30 cantoras e autores brasileiros, Deborah explora outras interpretações e possibilidades na sua voz já bem mais madura e cada vez mais afinada. Uma mistura evidenciada por uma das vozes mais poderosas do estado resultando numa profusão de culturas com uma emoção vocal incrível.

Ficha técnica:

Músicos: 4 músicos em cena

Arte: Cenário

Mais de 300 apresentações no estado

Local: Teatro de Arena (POA), Centro Ordovás (Caxias do SUl), Centro Meme Santo de Casa (POA), Feira do Livro de São Sepé, Centro Álvaro Pinto (Julho de Castilhos), Boteco do Rosário (Santa Maria), The Park (Santa Maria), Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre), Praça Saldanha Marinho – SESC (Santa Maria), e várias festas particulares pelo estado.

Público: 30 mil pessoas

Mídias: Abrangência estadual

 

Com reedição em 2013 e sua estreia em 2012, Claridade – Uma voz para Clara Nunes, Deborah nos brinda com uma incursão pelo mundo do samba, fortemente representado pela voz indiscutível de Clara Nunes, ícone do ritmo nos 70 em todo o Brasil. Sempre cheias de emoção, as músicas são acompanhadas por parte do público, que sabem cantar, bem como pelo apelo saudosista que as letras representam no meio do samba.  Em formato poket surge o Na linha do Mar, para adequação em pequenos espaços.

Ficha técnica:

Músicos: 7 pessoas em cena e o pocket 4 músicos em cena.

Arte: Cenário

Três edições como “Claridade” (Estréia, Theatro Treze de Maio e SESC Música) e duas pelo estado com “Na linha do Mar”

Local: Theatro Treze de maio, Praça Saldanha Marinho, Centro Meme Santo de Casa (POA), Centro Ordovás (Caxias do Sul).

Público: 3.000 pessoas

Mídias: Abrangência regional

 

Na linha mais regional e tradicionalista, Deborah nos apresenta Camafeu – O meu som do Sul, trata-se aqui, de um resgate de músicas que fizeram parte do que foram os grandes festivais do estado. Os clássicos da música gaúcha foram apresentados em forma de maçambiques, milongas e canções românticas. Evidenciando arranjos contemporâneos e a voz forte da Melhor Interprete Solista Vocal do estado em 2012 e Troféu Origens 2015, oferecido pelo programa Galpão Crioulo/RBS TV.

Ficha técnica:

Músicos: 9 pessoas em cena

Arte: Cenário

Uma apresentação

Local: Theatro Treze de maio

Público: 350 pessoas

Mídias: Abrangência local

Divas do Rádio é um espetáculo que resgata importantes passagens da Era de Ouro do Rádio, durante as décadas de 30 a 50, período marcante tanto para a história da música popular brasileira, quanto para a cultura nacional. Com inspiração nas antigas cantoras, famosas pelas rádionovelas e programas musicais de auditório, a cantora Deborah Rosa se aventura a fazer uma viagem nas suas raízes. Além de resgatar parte de um glorioso passado, o charme dos programas, o glamour do Rádio, músicas e compositores que fizeram história, o show fará a festa dos saudosistas e servirá de iniciação dos mais jovens nos anos de ouro do rádio brasileiro. Na nova investida nesse veio riquíssimo da história do rádio, Deborah e banda executam canções que marcaram época no éter, como diriam os bons e velhos locutores.

Ficha técnica:

Músicos: 4 pessoas em cena

Arte: Cenário

Duas edições: Estréia Theatro Treze de Maio) e Café Fon Fon (Santa Maria e Porto Alegre)

Local: Theatro Treze de maio

Público: 350 pessoas

Mídias: Abrangência local

Deborah em Verde e Rosa Quer pelo timbre, quer pela versatilidade e, até mesmo pela aparencia física; sempre fora questionada por que a cantora Deborah Rosa não interepretaria um especial da consagrada “Marrom”! Pois, eis que a idéia que persiste há mais de três anos, toma corpo e forma ao propor o especial “Deborah em Verde e Rosa”.  A data não poderia ser mais especial, afinal em 2015 Alcione comemora mais de quarenta anos de carreira e, alia-se aos vinte anos de trajetória da artista santamariense. Celebração – da boa música, da cultura que se faz em Santa Maria.

Seja no palco consagrado de um teatro ou na singeleza de um ‘barzinho e violão’ Deborah Rosa pauta suas apresentações pela sua versatilidade musical e produção visual apurada o que, já lhe rendeu milhares de espectadores pelo Rio Grande do Sul e em especial sua terra natal, Santa Maria, a qual nunca abre mão de ‘mostrar e cantar em primeira mão’ suas onipresentes pesquisas musicais.

Uma grande celebração de sua trajetória, pautada na pesquisa a partir da obra ‘imortal’ de Alcione, a “Marrom”, para a cidade de Santa Maria que, tem na voz inconfundível da intérprete, referência de qualidade.

Ficha técnica:

Músicos: 10 pessoas em cena

Arte: Cenário

Uma apresentação

Local: Theatro Treze de maio

Público: 350 pessoas

Mídias: Abrangência regional

 

Samba e Saravá. Com sua voz forte e sua capacidade de emocionar, Deborah Rosa vem há 20 anos trabalhando e contribuindo para a cena musical gaúcha. Premiada e sempre com um novo trabalho na manga, a artista traz este ano o projeto “Samba e Saravá”. O repertório eclético, abrange a obra de cantoras e autores brasileiros com ênfase no afroreligioso e, acima de tudo, a estética de culto com seus “pontos” e “rezas”.

“Samba e Saravá” resgata as origens da cantora numa resenha afetiva de ritmos, a força de sua interpretação e de seu fazer musical onde, se assume movida pelo mistério da fé e encantamento com a cultura africana.

Ancestralidades, falares e cantares (em sua ‘eterna” dança de lutas sociais). As matrizes africanas que sobremaneira contribuiram para moldar a cultura brasileira são, em “Samba e Saravá”, examinadas! Jongos, Afoxés, Maçambiques, Sambas… mas, aqui a preferência por “pontos” e “rezas” – elementos musicais e religiosos provenientes da África, tão marcantes em nossa história que, enverada o projeto do ‘show’ quase que para a litania do culto.

No repertório canções de Clementina de Jesus, Clara Nunes, Loma, Ivone Lara, Maria Bethânia, Mariene de Castro, Gerônimo, Grupo Ticoãs, junto a pontos e rezas religiosas. Como quem diria num terreiro: – “de Bará a Oxalá”!

Ficha técnica:

Músicos: 4 pessoas em cena

Três apresentações: Venezianos Pub, Cia de Arte (dois shows) (Porto Alegre)

Público: 300 pessoas

Mídias: Abrangência regional

 

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